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ajudar a crescer

por blogdocaixote, em 28.03.14

Aplicamos sugestões da educadora da Gr. para potenciar o seu desenvolvimento e vencer dificuldades.

Perguntamos-lhe se uma casa será maior ou mais pequena que um elefante,

pomos-lhe objetos à frente para que ela nos diga em que são diferentes,

para que servem,

perguntamos-lhe quem de entre nós é menino e menina.

Ela sabe que em nossa casa só o pai é menino. A mãe, embalada e na brincadeira, pergunta-lhe então qual é a diferença entre as meninas e o menino. Resposta pronta: "o pai é menino porque tem um teuémoveu."

Está tudo explicado. 

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publicado às 23:09

agarrada

por blogdocaixote, em 27.03.14

Agarrada a uma tradução (saudades que nem sabia que tinha).

Agarrada a tentar fazer alguém perceber, subtilmente, para não dar merda, a diferença entre divisão e partilha.

Sou muito mais adepta da partilha...

para mim os motivos são óbvios. 

 

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publicado às 09:56

ora diz lá!

por blogdocaixote, em 25.03.14

Gr. com um chupa-chupa na mão a fazer de microfone, canta uma algaraviada qualquer, em cima da cama.

Que giro, -  diz a mãe - estás a cantar.

Sim, - responde ela. - Tenho um xiuofone.

Não, Gr., não é xilofone, é um microfone. Diz lá tu "miiiii....

 

E ela, bem mandada, completa: miiiiii..... ja! 

 

 

 

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publicado às 10:59

para memória futura

por blogdocaixote, em 21.03.14

Dia atribulado, o de ontem.

Aniversário da mais nova, bolo para fazer, jantar para deixar alinhavado, tarde cheia de aulas...

Saio da escola às 5.30, a pensar no que tenho de fazer em casa e tenho uma chamada não atendida do M.

Retribuo e o homem diz-me que está no hospital com a aniversariante, que caíu na escola e fez um grande galo, está apática e sonolenta.

Cai-me o chão um bocado, recomponho-me, entro no carro e lá vou eu ter com eles ao hospital, que por acaso fica a 500m da escola.

Estaciono, entro na urgência de pediatria a abarrotar de crianças infecto-contagiosas e penso com os meus botões:

 

"Vamos ficar aqui a noite toda, que belo dia de anos, ainda bem que não convidei quase ninguém nem fiz grandes planos, mas porque é que esta gaja me vai cair neste dia, caramba!"

 

A miúda estava agarrada ao aifone do pai, pergunto-lhe se está bem e sem sequer olhar para mim diz que não.

Resumidamente, na triagem estava totó, entre a triagem e o ser vista por um médico arrebita, o médico manda-a saltar, fechar os olhos, dançar ballet, dá-lhe um hi5 e manda-a embora.

 

Chego a casa às 7.30, despacho o jantar com a ajuda da minha mãe, chegam a R. e o R., sentamo-nos à mesa, jantamos, chamamos a vizinha para cantar os parabéns, abrem-se prendas, tiram-se fotos e vamos todos para a cama.

 

Mais um aniversário que passou. Quatro anos, chiça! 

 

 

 

 

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publicado às 11:29

no knead bread

por blogdocaixote, em 19.03.14

Como o nome indica, é um pão que se faz sem amassar. Basta misturar os ingredientes e deixar levedar.

Gosto muito de pão. 

Gosto muito de pão e estou farta do pão sem sabor e mal cozido que se vende por aí.

Daí que, de vez em quando, me dou ao trabalho de fazer o pão cá de casa, sem máquina, sem nada

Coleciono receitas de pão, mas acabo por fazer sempre a mesma coisa: misturo a farinha a olho com a água morna, o fermento biológico de saqueta ou fresco, amasso na batedeira, deixo levadar uma horita e pumba, forno a cerca de 200 graus. Não fica nada de especial, mas acabadinho de sair de forno com manteiga é um manjar que se despacha em três tempos.

 

Quando encontrei esta receita em particular de "pão que não é preciso amassar" achei-a mais fácil que as restantes congéneres que já tinha visto.

Dei com ela num blog recente, muito apelativo e "amante" da cozinha oriental, pela qual eu me babo. É o Chilli Com todos.

Aqui vai a receita: 

500 gr de farinha

400 gr de água morna

1 cc integral

10 gr de fermento de padeiro

 

Não tinha sal integral e nem sei que porra é isso, mas usei sal normal e fiz a olho porque também nem sei como caraças se mede a água em gramas. Para mim, líquido mede-se em litros e por aí abaixo.

 

Misturei os ingredientes, sem amassar, deixei apenas que eles se misturassem e deixei a massa para lá uma horita e meia.

Depois, passei a massa para a bancada da cozinha enfarinhada e dobrei-a ao meio duas vezes. Entretanto, o forno e o tacho de barro já estavam a aquecer (forno a duzentos graus).

Meti a massa no tacho, com uma faca afiada fiz um sulco superficial na massa, tapei o tacho e forno com ele, meia horita.

Destapei-o e mais vinte minutos.

Sai um pão estaladiço e fofo, mesmo depois de frio e andámos a tarde toda a comê-lo.

 

 

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publicado às 10:04

show de bola

por blogdocaixote, em 17.03.14

Fomos à cidade ver o espetáculo "Canções da Maria".

 

Deve haver uma explicação psicológica para o facto de a cantora ter sentido necessidade de dar ao marido um papel, tendo de o transformar numa criança chamada Matias, que atua ao lado das filhas. 

 

Deve também haver uma explicação para o facto de a minha filha mais nova ter começado a berrar que nem uma cabrita, logo no início da segunda parte "eu tenho fome, mas eeeeuuuuu teeeenhoooo foooooomeeeeeee!!" depois de ter engolido uma barra de kinder bueno e uma bolacha oferecida pela vizinha do lado.

 

Senti vergonha, senti, perante os gritos da miúda esfomeada, que faz dieta em casa.

 

Vários foram os braços estendidos, de gente que eu não conhecia de lado nenhum, mas que sofria com a miúda ou então por causa dos gritos da miúdas, estendidos dizia eu, com bolachas e bonbons. Houve até uma senhora que me meteu meio pacote de mentos na mão, assim à laia de quem diz "toma lá isto e vê se a miúda se cala, pá!" e ela calou-se o tempo em que mamou dois mentos de seguida, após o que recomeçou aos berros. Saí da sala, deixei a mais velha com a R. Luz da minha vida e a mais nova calou-se. Andou entretida a saltar e a pular enquanto o espetáculo não acabava.

 

A explicação deve ser, ocorre-me agora, a duração do "show". Duas horas para criancinhas deve ser muito. 

Salvou-se a Mr. que aguentou tudo bem disposta e acho que até gostou. Tenho mulher.

 

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publicado às 10:50

estreias

por blogdocaixote, em 14.03.14

A Gr. achou que era giro ter asma, passou parte da noite no hospital mascarada.

Eu achei que era giro, estando em casa, experimentar "no knead bread". 

 

 

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publicado às 19:26

relambório a 1000 à hora

por blogdocaixote, em 13.03.14

A Gr. com nariz em alta produção ranhística, tosse de cão, noite de merda aqui para a mãe da casa.

 

Tenho uma nádega mais dorida que a outra, o que pode querer dizer que a direita está a ser mais bem trabalhada, logo vou ficar com a bunda desequilibrada ou ando a fazer mal os exercícios e vou ficar na mesma de rabo torto.

 

Não me chateiem com o quererem vestidos e t-shirts e sandálias, vistam lá o que quiserem sozinhas, deixem-me.

Estou cheia de sono e logo tenho a tarde cheia de miúdos passados com os dias de sol.

Eu também devo estar um bocado passada.

 

E o gajo resolve vir almoçar a casa. Tenho de ir ali ao supermercadoa alemão comprar umas salsichas. 

Já disse que estou com sono?

 

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publicado às 11:08

as expetativas

por blogdocaixote, em 11.03.14

Andei piúrça o dia todo... melhor, eu andei foi fodida o dia todo.

Acordei com expetativas elevadas e o gajo nada. Como se fosse um dia normal.

Passei o dia todo a dizer a mim mesma: "acaba com as expetativas, acaba com elas, elas é que são aqui o problema."

 

E lá fui andando, calando as minhas vontades de os esganar, de lhe arrancar a cabeça, "a culpa é tua que esperas coisas que já sabes que não têm de acontecer, afinal um ano ou outro até se esqueceram, os dois, deste dia... iadaiada" ia eu murmurando.

 

Fui dar as minhas aulas, fui buscar a miúda à piscina e, como quem não quer a coisa, mandei-lhe uma mensagem onde perguntava lhe não lhe passava pela cabeça ser ele a fazer o jantar. Não me respondeu e lá recomecei a criar minhocas "olha, se calhar já era ideia dele fazer um jantar e queria que fosse surpresa e agora estraguei-lhe os planos, ui ca bom que era, pshiu, cala-te, pára com isso, não vai haver nada, vai vai..."

 

Cheguei a casa, afinal não me respondeu porque não tinha o telemóvel carregado: "estás a ver, pára definitivamente de criar expetativas e pára lá de lhe quereres arrancar a cabeça, o tipo não tem culpa, é gajo, é gajo, não há nada a fazer!"

 

Quinze minutos depois de estar em casa, vem-me com uma ar comprometido dizer que se calhar ainda tem de ir a Leiria entregar não sei o quê, a não sei quem.

 

É agora que eu o mato, pensei logo.

 

 

Mas não matei, fiquei ali na cozinha a engendrar um jantar e a convencer-me, mais uma vez, de que era um dia igual aos outros: "é um dia normal, faz lá o jantar e acaba com ele, o dia, não o marido, obviamente."

 

Tocam à campainha. Era a R. Luz da minha vida. Mandam-me os dois ir vestir e eu fico ali, parva a olhar.

 

Fomos jantar fora, os dois, a reserva estava feita, a R. fez o jantar, fez babysitting, com a ajuda do R. e pôs as miúdas na cama (santos R. e R.).

 

As expetativas são tramadas e o M. também. Fez-me sofrer o dia todo para, no fim, me levar a um restaurante fantástico, onde pudemos namorar ao som de uma refeição deliciosa.

Sete anos não é nada, mas até é. 

 

 

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publicado às 14:29

há sete anos

por blogdocaixote, em 10.03.14

Há sete anos, levantei-me na expetativa de ter um dia de sol. 

Estava e as temperaturas rondaram os vinte graus, tal como hoje.

 

De manhã, levaste-me ao cruzeiro e tiraste fotografias da minha barriga, na velha nikon manual.

Depois do almoço, fui à Manuela que me penteou e deu uns toques de cor à minha cara, à laia de maquiagem.

Em casa, brinquei com a Catarina e a Inês, chateei-me com os meus pais que pareciam à beira de uma ataque de nervos, vesti-me e  não deixei que a Neide me fotografasse.

 

À hora combinada, esperei por ti e recebemos os nossos convidados, demos as mãos e entrámos na igreja. 

 

Não me arrependo de nada. 

 

(ok,  assumo! lamento ter deixado o teu tio "não sei quantos" cantar)

 

 

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publicado às 11:21

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