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Mais um caixote para atirar para lá a tralha que anda para aqui perdida.
Riamos, para não chorarmos...
Jantamos quase sempre na sala, com duas velinhas acesas, uma musiquinha tranquila e para mim um copo de vinho, mas quase posso afirmar que o calendário está morto, embora eu o veja ali, na sua forma física, em cima da lareira.
Cenas várias, entre treinos que acabam às 22h, crises existenciais que têm de ser geridas, namorados sem carta de condução que aparecem e depois têm de ser levados a casa, consultas médicas que terminam às tantas foram, até agora, impedimento de praticamente tudo.
Vamos ver se a noite de hoje se salva: concurso de culinária. O pai faz a sobremesa, a mais velha o prato principal e a mais nova a entrada. Eu como.
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