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só para inaugurar o marcador

por blogdocaixote, em 07.01.22

Deixa cá deixar alguma coisa registada, para dar início ao calendário deste ano, que começou há sete dias.

Ontem fomos à serra (da Estrela) e juntámo-nos às familías inteiras em confinamento e a deslizar pela neve na Torre.

Hoje, fomos, os adultos, à "casa aberta" aqui da terra receber a terceira dose da vacina covid. 

Temos malas para fazer e tudo para arrumar, após estas semanas fora de casa, mas eu ainda acalento a esperança/receio de que o regresso às aulas seja online.

Deixo assim a coisa, entre barras, porque é mesmo um misto de esperança e de receio. Por um lado, a perspetiva de não ter de me levantar todos os dias antes das sete da manhã e de não ter de andar de um lado para outro e, por outro, o receio de ter de voltar ao pesadelo do ensino à distância. 

Bom ano!

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publicado às 15:50

notas muito soltas

por blogdocaixote, em 13.09.21

Foi um bom domingo. A feira de velharias era enorme, o parque cheio de sombras.

Muitos livros e, no fim, contra o meu costume, decidi dar uma vista de olhos pelas cruzetas.

Comprei algumas peças de roupa, bem baratas e giras, umas coisas só para mim, outras a pensar na Mr.

Tenho medo de andar de moto na autoestrada e o capacete não integral não ajuda. 

O regresso, pela nacional, foi bem mais agradável. Até dispensámos os blusões de couro. Mantive as luvas para não fazer calos.

À tarde, o calor manteve-se e bebeu-se um café numa esplanada na vila.

Comecei a ler um dos livros que trouxe e dei-me conta de que estou a ler duas biografias ao mesmo tempo. Decido deixar a do Gunter Grass para a noite e a Patti Smith para a tarde. Não sei se decido bem.

Hoje recebo o horário do novo agrupamento e começo a trabalhar com a colega. O horário não é mau, embora implique a volta ao agrupamento todo, que vai quase até Fátima e contenha quase em exclusivo turmas mistas.

Recebo os últimos raios de sol do dia, na varanda, com uma brisa que me deixa os braços arrepiados e me faz desejar uma camisola. Hesito em beber uma cerveja, tenho bebido uma todos os dias, por esta hora. 

Esta semana recomeço a ginástica.

Esta semana é, também, a última de liberdade quase absoluta e isso deixa-me um travo amargo na boca. Se calhar por isso não vou beber a cerveja.

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publicado às 19:20

"vão vir dias bons" (escreveu alguém)

por blogdocaixote, em 02.09.21

não sei se serão bons

diferentes com toda a certeza, colocada pertinho de casa, a frequentar locais que já me são familiares noutros contextos

venha de lá esse ano letivo 2021-22

 

P.S1. hoje já fui a Mafra, tratar de outros quinhentos.

P.S2. aquele código que colocamos no fim, por descargo de consciência? nunca, se só significar merda ficar lá colocado. Estamos sempre a aprender!

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publicado às 18:55

atualizações

por blogdocaixote, em 12.01.21

O post que vem faltando.

Calendário do advento ranhoso, mas feito. Nuns dias, nada, porque havia outras coisas, noutros  dias, tentativas de compensar com todas as coisas que não tinham sido feitas. Tivemos jantares especiais, seguidos de jogatanas de Uno, seguidas de cantorias à lareira. Fizemos bastantes coisas, mas ficou a sensação de que não fizemos quase nada. 

Fomos fazendo as compras de natal todas online, os feriados de dezembro e pontes anexas souberam que nem ginjas,  a última semana de aulas foi bastante enervante, porque uma colega testou positivo e no dia 22 fomos para Belmonte, onde passámos o natal com os meus pais.

Foi bom, por uma série de razões, especialmente porque há alguns anos que tal não sucedia. A casa aquecida, as miúdas entregues às suas coisas, sem obrigações, poder dividir as tarefas domésticas com a mãe... foi bom.

No dia 26 fizemos malas e fomos para o norte.

Até parece que fomos uma família de irresponsáveis, a furar confinamentos. 

E se calhar fomos, apesar de só termos estado com família próxima e fechados em casa.

Calha que agora, todos os dias, alguém vai para casa: alunos, colegas nossos, colegas das miúdas, professores... o cerco aperta. 

 

 

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publicado às 16:13

update

por blogdocaixote, em 08.11.20

Cá estamos, naquela correria típica dos dias que passam e não deixam marcas exceto as rugas no corpo e os cabelos brancos.

Ainda nenhum de nós apanhou covid, mas faz dois meses que morreu o sogro.

O período está a mais de meio e as miúdas já terminaram a primeira ronda de testes.

Neste momento, ambas são frequentadoras mais ou menos assíduas de clínicas de psicologia (achávamos nós que estávamos a fazer um trabalho minimamente decente e vai-se a ver são crianças marafadas).

A mr é proprietária, muito contra nossa vontade, de um telemóvel (ou mantinha-se a nerd da turma, excluída da vida social que agora se faz quase exclusivamente online), a gr. herdou o dumbphone da irmã e já nos pode telefonar se precisar de alguma coisa.

O pai cá de casa está em vias de perda substancial de peso e está mais bonito.

O paterfamilias vai fazer anos, mas não podemos ir vê-lo porque estamos confinados. 

Não pude ir ver o Ivo Canelas porque estamos confinados.

E confinados para tudo e ao mesmo tempo para nada vamos ficar. 

 

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publicado às 17:15

para memória futura

por blogdocaixote, em 06.06.19

parece-me que isto precisa de ser reanimado, à laia de paciente do seattle mercy grace west, que está numa maca a ser alvo de choque elétricos em cheio no coração, para ver se volta à vida.

Têm acontecido coisas, umas giras, outras nem por isso, mas está na altura de as deixar registadas, para mais tarde as minhas filhas e eu nos lembrarmos de que, afinal, até fizemos umas coisas.

Fui ver Samuel Úria (acho que me apaixonei um bocadinho pelo homem, mas não digam nada ao M.), na feira de maio que agora parece que se chama feira de leiria, deve ser mais fashion, vá-se lá saber...

Fui três vezes, três! à dita feira, para gáudio das minhas filhas, que puderam estourar uma pipa de massa em diversões aparentemente vagamente assustadoras/violentas, mas que afinal eram apenas nhé. 

Fui com a mais velha ver Expensive Soul (mas antes vimos a encher chouriço uma mega aula de zumba, cheia de senhoras de meia-idade meias balofas a abanar as ancas e os bracinhos moles - para lá caminho, bem sei, bem sei ).

A mais velha fez a comunhão solene.

Depois, no dia seguinte, fomos à capital receber um prémio, dado pelas mãos das autoras da coleção Uma aventura. Nós e todas as escolas do país, públicas e privadas, especialmente todas a creches João de Deus. Foi uma tarde inesquecível: a miúda trocou o cheque por livros (não tinha outra hipótese, teria sido mais decente e menos hipócrita da parte da Leya pura e simplesmente ter dado logo livros) e nós viemos embora com um envelope vermelho da Emel! 

A mais nova (em parelha com a mãe) criou a banda desenhada "Clara e Cornichon" - uma dupla de amigos constituída pela miúda Clara e seu amigo mini pepino que, por acidente, caiu na poção que dá vida a seres inanimados criada pelo pai da Clara que é cientista. 

 O ano letivo está quase a acabar e o ano 2019 está a meio. Como?? como?? para onde estás tu a ir, grande #&%$*? (ponham aqui o palavrão que desejarem)

 

 

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publicado às 11:33

São (de santo) amar

por blogdocaixote, em 14.02.19

Reina o silêncio depois de alguém ter saído deixando a porta bater. 

Prometi à gr. bolachas com pepitas de chocolate em forma de coração, ela pediu o pai em namoro, o pai aceitou e ela disse então agora beijamo-nos, isto via whasapp.

Ontem à tarde, subornei a Mr. Se leres um destes livros da Alice Vieira, no fim dou-te vinte euros, mesmo que não tenhas gostado. E mordi os lábios com força, porque me arrependi no segundo seguinte. Ela escolheu logo um dos mais difíceis, mas convenci-a a pegar noutro. Expliquei-lhe que haveria duas perspetivas da mesma história, não necessariamente a decorrer no mesmo tempo cronológico. Ela pareceu compreender e começou a ler. Hoje de manhã disse que estava a gostar. Amor é o que a gente faz pelos filhos se assim formos capazes. Feliz dia de são valentònio. 

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publicado às 13:42

calendário 2018 (para memória futura)

por blogdocaixote, em 12.12.18

Já ouvimos histórias do natal de antigamente, quando a coca cola ainda não tinha inventado o pai natal barrigudo, já falámos com o menino jesus, para lhe contar as novidades desta vida, ouvimos música de natal enquanto jantávamos, partilhámos o que nos fez felizes naquele dia (a mim foi a temperatura exterior de vinte e poucos graus), já fizemos um vídeo a desejar feliz natal aos nossos amigos, que vai ser enviado no dia 24 (quem quer receber?) e, pasme-se, temos uma tenda montada no quarto delas. Ocupa o quarto todo e inicialmente era para ser o refúgio da mr., para ela adormecer sentindo-se protegida, mas tem sido o da gr. que dorme lá todas as noites (a mr na cama dela). É difícil fazer a cama, arrumar roupa e arrumar o resto, mas confesso que até a mim me apetece lá dormir.

Acho que temos tenda montada (em sentido literal) até janeiro.  

Ainda não ouvi o last christmas....

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publicado às 11:03

atualizações devidas

por blogdocaixote, em 06.09.18

Tantas atualizações para fazer.

Das férias, principalmente. Eu estive sem trabalho praticamente desde o fim das aulas (já sinto saudades daquele agrupamento). Foram dias passados em casa com as miúdas.

 

Mas não foste a lado nenhum? Não.

 

O tempo esteve uma senhora merda, tirá-las de casa era coisa para me pôr os cabelos em pé, começando nos preparativos (mas temos mesmo de nos pentear?), prolongando-se pela saída propriamente dita (que seca, pá! que seca, pá) e terminando no regresso (bolas, ainda bem que chegámos, bolas).

 

Foram dias em que lutei arduamente contra os écrans e nem sempre venci.

 

Fomos à biblioteca buscar livros, mas eles acabaram por andar aí espalhados. Os companheiros constantes acabaram por ser os baby blues, lidos e relidos até à exaustão.

 

Lutei também contra os piolhos, mais uma vez (filhos de uma grande égua).

 

O pai reuniu as hostes da banda com quem não tocava há mais ou menos 17 anos e juntos deram dois grandes concertos em Baltar, um deles dentro do Indie Music Fest e foi um orgulho ver o recinto a encher-se de miúdos festivaleiros a verem uns cotas em palco. 

 

Veraneámos pela nossa costa, a Vicentina, e descemos a Tavira.

 

As miúdas fartaram-se de "surfar" e mergulhar nas ondas de Monte Clérigo, exibindo uns jeitosos fatos de neoprene que lhes permitia aguentar as temperaturas baixas da água. Foi em Monte Clérigo que celebrámos os onze anos da Mr. numa hamburgaria que a tia Ci descobriu. Aliás, devemos esses dias aos tios, que generosamente nos acolheram na sua "cabana" de frente para o mar. Somos uns sortudos! 

 

Já em Tavira ficaram arrumadinhos, pois a água estava um mimo enquanto lá estivemos. 

Enquanto casal conseguimos ter uns dias para nós, cortesia das avós, do avô e das tias. 

 

Este ano avizinha-se especialmente difícil por muitas e variadas razões, mas que no nosso caso se resumem à instabilidade da nossa vida profissional (afetando tudo o resto, infelizmente).

 

Já fizemos votos para que, apesar de tudo, consigamos manter o barco com leveza e sentido de humor e de amor, (muito).

Que venha o ano. 

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publicado às 16:43

Telegrama

por blogdocaixote, em 29.09.17

Comecei na quinta a trabalhar stop Colegas simpáticos stop Miúdos ainda não sei stop A Mr já trouxe para casa um trompete stop Parece que estão a torturar vacas lá em casa stop Quando ela está a praticar stop Não posso mandá-la parar stop Porque é educativamente incorreto stop

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publicado às 15:46


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