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ainda da mudança de idade e para ficar registado

por blogdocaixote, em 07.10.24

Nada de pílula. Decidi definitivamente na noite em que devia iniciar a toma.

Entretanto, continuo a sentir cenas maradas, que supostamente, são sintomas de entrada na perimenopausa: formigueiros nas pernas e braços (como se tivesse bichinhos a passearem por mim acima e abaixo); o meu peso sobe apesar de não andar a comer mais; tenho momentos em que o meu cérebro se esvazia; falta de s3x drive...

Este fim de semana que se passou fui ter com amigas a Coimbra e é extraordinário que ainda "ontem" estávamos no anfiteatro da FLUP a dizer disparates nas aulas de latim do prof. Deserto e "hoje" estamos a comparar a quantidade de cabelos brancos que o tempo que "não" passou semeou nas nossas cabeças e cabelos e a brincar com os "calores" que ainda nenhuma de nós sente. 

Foi um sábado muito bom.

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publicado às 17:41

Retratos da vida no interior

por blogdocaixote, em 19.07.18

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publicado às 11:44

o jogo

por blogdocaixote, em 20.04.18

Começou quando regressávamos de Lisboa, aquando da minha consulta de ombro na Cuf, só os dois.

Cada um escolheu uma marca de camião, se passar a minha marca posso dar-te uma cacetada, se passar da tua, dás-me tu. Podia ter-nos dado para pior. Não é todos os dias que podemos bater no parceiro e não sermos acusados de vioolência doméstica.

Nessa noite eu fui scania e ele volvo. Ele bateu mais do que levou e agora, em viagens mais ou menos compridas, é o nosso jogo. 

Que parvoíce! que grande parvoíce! Só que as parvoíces às vezes fazem-nos chegar a conclusões (igualmente parvas ou que não interessam a ninguém) engraçadas: 

1º se pudermos bater no parceiro, só usamos um bocadinho de força se estivermos zangados por algum motivo e vai de aproveitar para descontar, mas não ousamos magoá-lo a sério. Não fomos feitos para isto de andar a espancar parceiros.

2º não havendo razões de queixa latentes, damos uma sacudidela no parceiro e até temos pena. 

3º em determinadas zonas do país há mais volvos, noutras mais scanias, noutras mais renaults ou mercedes (eu avisei que as conclusões eram parvas)..

 

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publicado às 18:03

Elas e as escapadinhas

por blogdocaixote, em 06.04.18

Nunca querem ir a lado nenhum. Os brinquedos, os livros, os jogos no telemóvel do pai, o cartoon network, as panquecas da mãe, a bolonhesa do pai são muito melhores do que idas e saídas aqui e ali.

Nem sempre conseguimos vencer a barreira de obstáculos que elas nos deitam em cima, mas vamos fazendo orelhas moucas. Umas vezes é prazeroso, outras uma valente merda sair com duas miúdas que conseguem passar o passeio todo a ranhosar.

Fomos a Montesinho passar duas noites e não foi automática a decisão de as levarmos. Mas foram, fomos todos. E, durante esses dois dias, passados metidos num carro, em estradas cheias de curvas e chuva, metidos num bungalow no meio do nada, eu só pensava: estas miúdas são um espanto! Não houve birras, não houve porrada. Houve passeios, com chuva e vento e frio, posta e batata frita, mas também atum e esparguete, filmes no computador, vento lá fora e até trovoada, houve calor da salamandra, mimo e muita calma. Houve família. 

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publicado às 16:08

na cidade grande

por blogdocaixote, em 26.04.17

Foi muito giro observar a atitude das miúdas na "grande cidade". Sempre a cirandar pelo meios dos adultos e do cão, não queriam nada com mãos dadas, em filinha indiana nos passeios estreitinhos e cheios de andaimes, a descer São Pedro de Alcântara como se vivessem ali e fôssemos só à loja da esquina comprar pão.

Na relva na zona de Belém a correr despreocupadas, mirando o Tejo e a outra banda, atrás do gordon.

No Parque das nações cheias de perguntas sobre o porquê de haver tantas pessoas de outros países, "tantas pessoas cor de chocolate! dizia a Gr. "E tantos chineses!" dizia a Mr.

 

A exposição foi, afinal, o que menos impacto causou. Ver uma série de artefactos replicados, dispostos com explicações pouco explicativas foi uma merda e um valente mau investimento.

 

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publicado às 22:18

feriado na capital, a continuação

por blogdocaixote, em 26.04.17

Depois de uma noite pouco dormida, levámos o gordon a passear e fomos procurar um sítio onde se vendesse pão. Encontrámos uma padaria do bairro e levámos mantimentos para os gajos e para nós.

Consta que foi um pequeno-almoço memorável: iogurtes líquidos, leite achocolatado, croissants de chocolate, pães de deus e fruta.

Consta que foi memorável: "a minha parte preferida, eu não sei explicar porquê, foi o pequeno-almoço."

O plano para o dia incluía o miradouro mais perto, afinal andávamos de mochila às costas, Belém com pastéis e o  motivo principal da nossa ida a Lisboa: a exposição sobre a descoberta do túmulo de Tutankamon.

 

 

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publicado às 21:04

feriado na capital

por blogdocaixote, em 26.04.17

Passámos a noite de 24 para 25 em Lisboa, com a rita, o rui e o gordon. Reservámos um pequeno apartamento no Bairro Alto.

Nota mental: nunca mais, exeto se quisermos ir beber uns copos até às tantas. Tive muita pena dos moradores da zona, que todas as noites têm de aguentar urros e gente a berrar em várias línguas até de madrugada. Será que é como morar ao pé da linha do comboio? A certa altura deixas de ouvir?

Tenho de dar os parabéns ao fotógrafo que tirou as fotografias do apartamento. Fez de cada divisão um esplendor de espaço e decoração, à conta dos enquadramentos e dos ângulos que usou para fotografar aquele nico quadrado de casa.

Mais a seguir, por volta das nove, que diz que as nove da noite são o prime time nos blogs e quero testar a teoria.

 

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publicado às 19:18

Feriado na capital

por blogdocaixote, em 25.04.17

Sempre quis saber o que sentiam os moradores do Bairro Alto. Coitados....

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publicado às 00:04

último sobre a Madeira

por blogdocaixote, em 14.03.17

Deixámos o último dia na ilha da Madeira para o Funchal. Já aqui falei das primeiras impressões que a chegada à cidade me provocou (isto vai tudo cair por aqui abaixo, este pessoal é maluco por viver aqui, nestas casinhas equilibradas em pedacinhos de terreno assente em rochas com metros e metros de altura, estas senhoras não devem ter celulite, mas isto só sobe e desce, ainda bem que não tive de tirar a carta de condução aqui, não deve haver muitos dentistas cá na terra... eram pensamentos que o meu cérebro ia debitando, uns mais parvos do que outros).

 

Na manhã desse último dia fomos com mais calma ao Mercado dos Lavradores, onde o M. fez fotografias cheias de cor e onde nos queriam impingir fruta a 20 euros/kg!!

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 Depois fomos à descoberta da cidade. Perdemo-nos um bom bocado no Parque de Santa Catarina, um jardim muito grande com diferentes níveis de altura, árvores monumentais, flora de vários cantos do mundo, um lago e uma zona relvada onde não me deitei porque não estava assim tão cansada. Na zona mais alta vê-se toda a baía do Funchal até à ponta do Garajau.

As ruas da parte baixa da cidade não são nada de especial, são ruas típicas de uma cidade.

Das zonas mais altas, o que me fica na memória é o cruzamento intrincado de ruas e ruelas, escadas íngrimes, apertadinhas, a mistura de grandes vivendas e casinhas pequeninas, mal arranjadas... os impasses (becos sem saída) onde parecia impossível fazer inversão de marcha...

De tarde, rumámos ao Jardim Botânico. O dia estava agora farrusco, aquele farrusco que deprime e chegou a chover, nada que nos obrigasse a fugir para debaixo de telha. O Botânico é bonito, mas confesso que não sou grande apreciadora de espaços deste género, especialmente se tenho de pagar e se recusam a passar recibo. Mais um sítio onde o M. se fartou de fotografar.

Quando saímos do jardim sentámo-nos no "nosso" carro e olhámos um para o outro "e agora? vimos tudo... que fazemos com o resto da tarde?" Seriam umas quatro horas.

Saquei do telemóvel e googlei "sítios a não perder na ilha da madeira".

Fomos fazendo check atrás de check, até chegarmos ao Paul da Serra, uma zona de planalto.

Alto lá! A Madeira tem um planalto?

Vamos embora!

Por volta das 5 da tarde estávamos literalmente acima das nuvens. De facto, a Madeira tem um planalto, mas as condições atmosféricas não nos deixaram usufruir dele. O frio e chuva miudinha foram-nos acompanhando e obrigando a prosseguir viagem.

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 Apesar de tudo, foi a caminho do planalto que vimos no interior da ilha as paisagens mais bonitas.

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 No regresso, voltámos a perder a taberna da poncha, mas conseguimos ir ver o Miradouro das Achadas de Cruz e o da Garganta Funda (o melhor de todos! :P). Todos os miradouros são magníficos, quer à beira mar, quer os do interior, mas este último, talvez pela hora a que lá chegámos ficou-nos marcado.

Parámos o carro no fim da estrada alcatroada estava o sol a pôr-se. O vento era gelado e o céu tinha farripas de laranja e cinzento. Fomos seguindo as indicações para o Garganta Funda a pé. Um carreirinho de terra batida, serpenteando entre casinhas de aldeia, até chegarmos a uma escarpa.

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E não há fotografias que façam jus ao que vimos. Foi a primeira vez que o senhor meu marido sentiu frio (estavam 5 graus e o gajo de t-shirt).

Nessa noite fomos novamente ao Santo António (palermas, porque não foram experimentar o Vides? porque estávamos cansados, cheios de fome e no santo antónio já sabiamos com que que poderíamos contar)

 

 

 

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publicado às 13:58

dreams

por blogdocaixote, em 07.03.17

Quase todos os dias damos um pulo ao edreams. Gostávamos de fazer uma viagem os quatro. Impossível! Como é que as famílias viajam? O que nos está a falhar?

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publicado às 14:24


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